G
Gabriel GerbiMedicina
Voltar ao blog
Reflexão5 min de leitura

Por que escolhi a medicina?

G

Gabriel Gerbi

15 de fevereiro de 2026

A decisão de cursar medicina não foi algo que aconteceu da noite para o dia. Foi um processo longo de autoconhecimento, experiências e, acima de tudo, uma vontade genuína de impactar vidas.

O começo na tecnologia

Minha carreira começou no desenvolvimento de software. Como full stack developer, construí sistemas complexos, fundei uma empresa e aprendi a resolver problemas de forma estruturada. A tecnologia me ensinou a pensar de forma lógica, a ser persistente diante de bugs e a nunca parar de aprender.

Mas havia algo que a tecnologia, por si só, não me proporcionava: o contato humano direto. O impacto que eu queria causar nas pessoas precisava ser mais tangível, mais próximo.

A virada

O momento decisivo veio quando percebi que minha maior satisfação não estava em entregar um projeto de software, mas em ver como aquele projeto ajudava pessoas reais. Comecei a me perguntar: e se eu pudesse ajudar de forma ainda mais direta?

A medicina surgiu como resposta natural. Uma profissão onde cada dia é uma oportunidade de fazer a diferença na vida de alguém. Onde o conhecimento técnico encontra a empatia, e onde cada decisão pode mudar o rumo de uma história.

O que trago comigo

Não vejo minha transição como um abandono da tecnologia, mas como uma evolução. A capacidade analítica, o pensamento estruturado e a facilidade com ferramentas digitais são habilidades que levarei para a prática médica.

Acredito que o futuro da medicina está na interseção entre o cuidado humano e a inovação tecnológica. E é nesse cruzamento que quero construir minha carreira.

O próximo passo

Agora, no início desta nova jornada, sinto uma mistura de ansiedade e entusiasmo. Sei que os próximos anos serão desafiadores, mas estou pronto. A medicina não é apenas uma profissão — é uma vocação que escolhi abraçar com tudo o que sou.